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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Melhor mapa do mundo pode ser feito por si

Um telemóvel com GPS e um computador com a acesso à internet é quanto basta para qualquer pessoa colaborar no que pretende ser o mais completo mapa do mundo, iniciativa a que já aderiram 200 portugueses.

Por cá, o projeto chama-se «Vamos mapear Portugal» e constitui o contributo nacional para o projeto global
Open Street Map , iniciado em 2004, que conta com 500 mil colaboradores, todos voluntários, a nível mundial.

«Se cada um fizer o mapa da sua rua, ficaremos com um mapa de grande qualidade», disse à agência Lusa o coordenador nacional do projeto, Jorge Gustavo Rocha, professor na Universidade do Minho.

Aparentemente semelhante a outros mapas que se podem consultar livremente na internet, com o Google Maps e o Bing Maps entre os mais conhecidos, o OSM distingue-se por permitir a qualquer cidadão colocar dados no mapa, de forma livre.

Assinalar a localização de lojas, restaurantes, bancos, locais de estacionamento, ecopontos ou até mesmo indicar os números de porta dos edifícios são informações que constam nos locais onde o OSM está mais completo.

Em Portugal, Jorge Gustavo Rocha dá como exemplo a cidade de Águeda, onde o Município local foi «dos primeiros a perceber a mais valia» que constituía o projeto.

Essa aposta levou a que até os candeeiros da cidade já estejam mapeados, embora ainda não visíveis por falta de símbolo correspondente no sistema, e até distinguidos pelo tipo de lâmpada com que estão equipados.

A generalização deste tipo de informação permite fazer estudos e comparações para determinar, por exemplo, onde se consome menos energia com a iluminação pública.

No próximo dia 29, a Câmara realiza o que se designa em inglês «mapping party» (festa de mapeamento), onde reunirá voluntários que irão complementar a informação geográfica do concelho, terminando a jornada com um almoço oferecido pela autarquia como contrapartida.

As autarquias são, aliás, um dos grupos de entidades que podem tirar mais partido da ferramenta, copiando-a de forma gratuita como qualquer utilizador, em vez de, como sucede atualmente, comprarem cartografia atualizada a cada dois anos às empresas que produzem os mapas.

Nestes casos, além da poupança, ficam melhor servidas se optarem pelo OSM, que é mais rigoroso e detalhado por ser produzido, em grande parte, pelos residentes.

Ao contrário, os produtos equivalentes vendidos no mercado são obtidos através de fotografias aéreas e muitas vezes trabalhados noutros países, atendendo a critérios como o custo da mão-de-obra, e por pessoas que nunca estiveram nos locais que mapeiam, alega o professor de informática na universidade minhota.

O OSM permite também, como já acontece na Holanda, calcular o tempo que se leva numa determinada deslocação desde que o utilizador sai de casa, numa hora de um determinado dia, indicando por onde deve ir, que transportes utilizar, os custos e até a pegada ecológica dessa viagem.

Em Portugal também está a ser desenvolvido um projeto semelhante, designado Telco, e que será também desenvolvido de forma completamente gratuita através da colaboração das pessoas que fazem os mapas e das diversas empresas envolvidas, que disponibilizam as suas bases de dados com itinerários, tempos e custos, entre outros dados.

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