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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Brasil - Horário de verão acaba neste sábado

Hora de verão de 2013 e hora de inverno de 2013. Adiantar ou retroceder o relógio uma hora?
 
Horário de verão fez consumo cair 4,5% em hora de pico, diz ONS
 
 
O horário de verão que termina na zero hora do domingo (17) - na madrugada de sábado para domingo - rendeu uma redução na demanda no horário de pico de cerca de 2.477 megawatts (MW), ou 4,5% do consumo, segundo informação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nesta sexta-feira (15).
 
 


No horário de verão anterior, a redução de demanda no horário de pico foi de 2.555 MW, representando 4,6%.
 
 
De 2011 para 2012, a mudança de horário gerou uma economia de R$ 160 milhões, já que reduziu a necessidade de uso das térmicas. No horário de verão de 2012 para 2013, a economia teria sido de R$ 200 milhões caso as térmicas não estivessem ligadas, o que a ONS chama de "despesa evitada". A redução de gasto, no entanto, não ocorreu, já que todas as usinas térmicas estão ligadas.
 
 
A redução no consumo de energia durante o horário de verão deste ano foi de 250 MW médios. "Os 250 MWmed de redução do consumo de energia foram incorporados aos ganhos de armazenamento no período e, valorizados por um custo médio de geração térmica, representam uma despesa evitada (pela população) de cerca de R$ 200 milhões", informou o ONS, em nota.
 
 
Desligamento das térmicas
 

 O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse, na semana passada, que só no final de abril o governo vai avaliar a possibilidade de iniciar o desligamento das usinas térmicas, acionadas desde outubro por conta da queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas.
 
 
No início de janeiro, os principais reservatórios do país chegaram a níveis de armazenamento de água semelhantes ao do período pré-racionamento, adotado em junho de 2001. A situação levou a aumento do temor de que o país pudesse enfrentar desabastecimento de energia, o que o governo negou.
 
 
Por conta da falta de chuva, desde outubro o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mantém ligadas todas as usinas termelétricas do país que estão disponíveis. Essa medida é necessária para poupar água das represas e ajudá-las e voltar a níveis adequados.
O problema é que a energia térmica é mais cara e o custo adicional é repassado aos consumidores por meio da conta de luz.
 
 
 
A adoção do horário de verão no Brasil costuma levantar as mesmas questões todos os anos. A economia de energia realmente justifica os transtornos causados à população? Afinal, por que são adotados? E quem foi o autor dessa idéia?
Histórico

ESTABELECIDOS POR DECRETO desde 1931 (pelo então presidente Getúlio Vargas), ainda que de forma descontínua, suas origens na verdade remontam à Inglaterra do ano de 1907.

Foi lá que um construtor londrino, membro da Sociedade Astronômica Real, chamado William Willett (1856-1915) deu início a uma campanha para diminuir o consumo de luz artificial ao mesmo tempo que estimulava o lazer dos britânicos.

Num panfleto de 1907 intitulado "Waste of Daylight" (Desperdício de Luz Diurna) Willett propôs avançar os relógios em 20 minutos nos domingos do mês de abril e retardá-los a mesma quantidade nos domingos de setembro.

As polêmicas surgiram ali mesmo. Especialmente entre os fazendeiros, que têm que acordar com o Sol não importa que horas marquem os relógios. Willett não viveu o suficiente para ver sua idéia colocada em prática. O primeiro pais a adotar o horário de verão acabou sendo a Alemanha, em 1916, seguido pela Inglaterra.



"Os deuses instilaram ansiedade no primeiro homem que descobriu como distinguir as horas."

Titus Maccius Plautus (254-184 d.C.) Dramaturgo italiano
Era a Primeira Guerra Mundial. A economia de energia foi considerada um importante esforço de guerra, diminuindo o consumo de carvão, principal fonte de energia da época. A medida foi seguida por outros países europeus.

Os Estados Unidos o adotaram em 1918 junto com seu sistema de fusos horários. Foi difícil, mas os americanos acabaram se acostumando. Hoje eles sabem as datas de começo e término com anos de antecedência.
Como funciona
O PRINCÍPIO DO HORÁRIO DE VERÃO continua o mesmo: adaptar nossas atividades diárias à luz do Sol. Nos meses de verão o Sol nasce antes que boa parte da população tenha iniciado seu ciclo de trabalho. Assim, se os relógios forem adiantados durante esse período, a luz do dia será melhor aproveitada e as pessoas passarão a consumir energia em melhor acordo com a luz solar.

Hoje, aproximadamente 30 países utilizam o horário de verão em pelo menos parte de seu território. E muito embora o nome faça referência a uma estação do ano, as datas de início e fim do horário de verão não são definidas por critérios astronômicos.

Boa parte das porções continentais do planeta está no hemisfério norte. Ali o inverno costuma ser rigoroso e o Sol se põe bem cedo, levantando-se timidamente durante o dia. No verão ocorre o contrário: é comum ainda haver claridade por volta das 20 ou até 22 horas. É por isso que nesses lugares o horário de verão faz muita diferença.
O HORÁRIO DE VERÃO é um recurso adotado tanto por paises do hemisfério Norte
(de março a outubro) quanto do Hemisfério Sul (outubro a março). No Brasil, os
relógios são adiantados em 1 hora, mas isso pode variar de acordo com o país.

O Brasil é o ÚNICO PAÍS EQUATORIAL que adota o horário de verão
 
 
 
 
E o Brasil?

NOS PAÍSES EQUATORIAIS (cortados pela linha do equador) e nos tropicais (situados entre o Trópico de Câncer e o Trópico de Capricórnio), a incidência da luz solar é mais uniforme durante todo o ano e dessa forma não há muita vantagem na adoção do horário de verão.

No caso do Brasil – atualmente o único país equatorial do mundo que adota o horário de verão – a economia de energia elétrica não é considerada o fator predominante. Segundo o
Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a motivação de se estabelecer esse dispositivo no Brasil é pela segurança do sistema.

Durante os meses do verão ocorre um aumento na demanda de energia, o que é particularmente percebido por volta das 18h, quando as pessoas retornam para seus lares e ligam luzes, chuveiros, condicionadores de ar, fornos, etc. Esse também é o horário em que a iluminação pública é acionada. O aumento brusco da demanda pode ter impacto negativo na estabilidade do sistema elétrico.

Ao se adotar o horário de verão brasileiro ocorre um deslocamento na entrada da iluminação pública (devido à iluminação natural, ainda presente), que passa a não mais coincidir com a chegada das pessoas em casa após o trabalho. Por causa de fatores como este o aumento da demanda se dá de forma mais gradual, o que melhora a segurança do sistema, segundo o ONS.

UMA LEI SANCIONADA EM 2008 alterou o número de fusos horários brasileiros de quatro para três. Com a mudança, todo o estado do Pará ficou com a mesma hora do Distrito Federal, assim como todos os municípios do Amazonas e do Acre passaram a ficar somente uma hora atrás do fuso de Brasília.

Economia só no Sul

Verifica-se uma economia de energia nos Estados da região Sul (até 5% de redução da demanda integrada durante o consumo de pico), porque essas localidades estão inteiramente ao sul do Trópico de Capricórnio.

Porém, nos Estados da região Nordeste e, principalmente, da região Norte, a variação de luz solar anual é insignificante – o que não justifica a adoção do horário de verão nem mesmo para melhorar a segurança do sistema.

Enquanto está em vigor (nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil) o único impacto no Norte e Nordeste do país é na programação das emissoras de televisão, que seguem o horário em vigor no Rio de Janeiro e São Paulo.

Isso sem mencionar o fato de que, como as estações são opostas em cada hemisfério da Terra, nos quase 10% de terras brasileiras ao norte do equador, em vez de verão, rigorosamente falando, temos inverno (embora as temperaturas nesses locais permaneçam altas entre dezembro e março).



Dia de 25 horas
 

SEMPRE QUE COMEÇA UM HORÁRIO DE VERÃO, isto é, quando se subtrai uma hora do dia, adiantando os relógios em uma hora, causamos um desconforto físico (por afetar o relógio biológico) e psicológico (por causar a sensação de perda de tempo).

Quando ele termina, ao contrário, temos essa hora que nos foi tomada de volta e a ilusão de um dia com 25 horas. É uma ilusão porque na verdade estamos apenas nos reajustando à natureza.

Com o fim do horário de verão os fenômenos celestes (nascer o pôr do Sol, por exemplo) voltam a coincidir com o horário “normal” – que se não serve para economizar ou garantir mais segurança ao sistema elétrico, pelo menos é aquele com o qual estamos acostumados há milhares de anos.

Fonte - ZENIT

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