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domingo, 27 de outubro de 2013

Vídeo de mulher decapitada altera regras do Facebook



Rede social admite importância de vídeos violentos para demonstrar abusos de direitos humanos, mas quer que, a partir de agora, as imagens de extrema violência sejam partilhadas com públicos específicos e alertados para o conteúdo.
 
A rede social Facebook reviu a sua política em relação a conteúdos e quer que, a partir de agora, as imagens de extrema violência sejam partilhadas com públicos específicos e alertados para o conteúdo.

A posição, na página oficial da rede, surge na sequência de polémica relacionada com a divulgação de um vídeo no qual uma mulher é decapitada. O Facebook, que é utilizado por milhões de pessoas de todas as idades, não retirou o vídeo num primeiro momento mas acabou por o fazer depois.

Na nova política quanto à divulgação de imagens, a empresa não diz no entanto que não são permitidas imagens/vídeos do género. Pelo contrário, admite que a página serve para as pessoas partilharem experiências e suscitar preocupações sobre assuntos que considerem importantes, que podem incluir abusos de direitos humanos, atos de terrorismo ou outro tipo de violência.

«Quando as pessoas partilham esse tipo de conteúdos é normalmente para os condenar. Se for por prazer sádico ou violência gratuita, o Facebook irá removê-los», avisa a página da rede social.

Reafirmando que os casos de promoção ou glorificação da violência serão removidos, o Facebook pede às pessoas que colocam conteúdos violentos para os condenar e que o façam de forma responsável.

O caso de um vídeo, no qual, supostamente, uma mulher era decapitada, no México pelos "Los Zetas", levantou grande polémica na rede social, cujos responsáveis reconheceram que as imagens eram chocantes mas que, disseram a propósito, as pessoas têm o direito de «descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem».

“Los Zetas” são um grupo mexicano de narcotraficantes, conhecido por perseguições, massacres e execuções violentas, dentre elas a decapitação. Além do México, o grupo também atua em países da América Central, como a Guatemala.


O vídeo foi de facto retirado da rede, embora esteja agora facilmente acessível em muitas outras páginas na internet.
 
 
 
Depois de ter voltado a permitir a publicação de vídeos de decapitações, mas não de vídeos onde se mostravam mamilos, o Facebook volta atrás e remove da sua rede um vídeo onde era possível ver uma mulher a ser decapitada.
 
 
Depois da BBC ter anunciado que a rede social mais famosa do planeta passava a permitir vídeos e imagens com conteúdo violento, o primeiro-ministro britânico e os conselheiros da empresa revelaram-se contra a empresa, o que levou o Facebook a alterar algumas das suas regras.
 
 
Agora, passam a ser permitidos vídeos com conteúdo gráfico mais explícito, contudo, os responsáveis pela moderação dos conteúdos da rede social passarão a estar mais atentos aos conteúdos potencialmente violentos.

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